Construído no século XII pelo rei Béla IV, o Castelo de Diósgyőr atingiu seu auge sob o reinado de Luís, o Grande, graças à sua posição estratégica próxima à rota que ligava a Hungria à Polônia. Originalmente cercado por um fosso de quatro metros de profundidade, o castelo possuía um pátio retangular, quatro torres nos cantos e um Salão dos Cavaleiros com 25 metros de comprimento por 13 metros de largura. Conhecido como o ‘Castelo das Rainhas’, foi oferecido como presente de noivado a seis soberanas húngaras. Em ruínas desde o final do século XVII, foi totalmente reconstruído em 2014, com seus aposentos restaurados segundo o estilo original e mobiliados com peças da era medieval. Hoje, abriga encenações teatrais que recriam cenas da Idade Média e eventos históricos húngaros, além do Festival Folclórico Kalaka, realizado anualmente em julho. No castelo exterior, destaca-se uma das maiores exposições de figuras de cera da Europa Central, e, em uma pequena casa da moeda no térreo, os visitantes podem cunhar moedas comemorativas.

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